Joinville Foca em Fibromialgia em Importante Seminário
No dia 8 de maio, Joinville será o cenário de um dos debates mais relevantes sobre saúde pública em Santa Catarina: o Seminário Estadual sobre Fibromialgia, que ocorrerá na Faculdade Censupeg. A iniciativa, liderada pelo deputado estadual Maurício Peixer, visa reunir especialistas, representantes de entidades, autoridades e pacientes de diversas partes do estado.
A proposta do seminário é clara: trazer à tona a fibromialgia, uma condição que frequentemente é invisibilizada, e colocá-la no centro das decisões políticas. O objetivo é ampliar o acesso ao diagnóstico, tratamento e reconhecimento dessa doença, que afeta milhares de pessoas.
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Este seminário é fruto de uma mobilização que se estende por todo o estado. Os encontros fazem parte de uma iniciativa promovida pelo deputado Peixer, em colaboração com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), a Escola do Legislativo, a Associação Catarinense dos Portadores de Fibromialgia e associações regionais, formando uma frente de atuação que visa unir informação, acolhimento e a articulação de políticas públicas no estado.
Com uma atuação ativa, Peixer tem percorrido diferentes regiões, ouvindo pacientes, especialistas e lideranças. Ele enfatiza a importância desse debate, preparando o caminho para a implementação de medidas concretas no âmbito estadual. “A fibromialgia não pode mais ser tratada como um problema secundário. Milhares de pessoas lidam diariamente com dor, preconceito e a falta de assistência. Este seminário é um chamado à responsabilidade”, declarou Peixer.
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A fibromialgia é uma condição crônica que se caracteriza por dores generalizadas, fadiga e outros sintomas prejudiciais à qualidade de vida, afetando, predominantemente, mulheres. Apesar disso, continua a enfrentar obstáculos, como subdiagnóstico, desinformação e dificuldades no acesso a tratamentos adequados.
Mais do que um encontro técnico, o seminário busca consolidar propostas e promover políticas públicas efetivas em Santa Catarina. “Reconhecer a dor é apenas o primeiro passo. É necessário agir. Nosso compromisso é transformar este debate em ações concretas que garantam dignidade àqueles que necessitam”, enfatizou a presidente da ACPFA, Cleia Giosole, uma das parceiras do evento.
